Musica do saudoso compositor Taubateano Anacleto Rosa Junior cantada pelo Trio Turuna, Theodoro do Prado, Luiz Rosa e Cleuza Rosa.
Um verdadeiro hino a Campos do Jordão.
terça-feira, 7 de junho de 2016
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Anacleto Rosas Junior Compos :BURRO PICAÇO com Palmeira e Luizinho
BURRO PICAÇO – Moda Campeira com PALMEIRA E LUIZINHO – A composição é de Anacleto Rosa Jr. O verdadeiro criador da Moda Campeira. Estou postando, simultaneamente, “Burro Picaço” e “Baldrana Macia”. Estas duas modas estão reunidas num só disco de 78 rotações de Nº 15.907, gravado em março e lançado em junho de 1.948 pela Gravadora Continental. E se tornaram dois grandes sucessos desta dupla que chegou a ser chamada de “Máquina de fazer sucesso” e hoje podem ser considerados dois clássicos da Musica Sertaneja. Nesta composição, Anacleto Rosas também tem um parceiro que nunca é mencionado e que eu às vezes até duvido de tal parceria. É Geraldo Costa.
Cantem com Palmeira e Luizinho
BURRO PICAÇO
Comprei um burro picaço
De três anos mais ou menos
Na hora de dar o recibo
O tropeiro foi dizendo:
Cuidado com esse macho
Esse bicho tem fama de ser perigoso
Por ter matado um peão
O nome do burro ficou Criminoso.
Joguei o lombilho no burro
O macho se estremeceu
Apertei a barrigueira
O meu burrão se encolheu
Sentei “em riba” do couro
O povo de perto de medo correu
Mas qual o que minha gente
Pagão que me agüente inda não nasceu.
Tosei a crina do burro
Na sistema meia-lua
Pra cortar uma légua e meia
Meu criminoso nem sua
Pra varar uma tranqueira
Passar uma porteira por riba ele avua
Faz eco por todo lado
Com passo picado nas pedras da rua.
Eu já vi burro ligeiro
Mas igual este inda não
Enjeitei cinco pacotes
Do filho do meu patrão
Gosto muito de dinheiro
Cinco mil cruzeiros não leva o machão.
E pra falar com franqueza
Não existe riqueza que compre o burrão.
Cantem com Palmeira e Luizinho
BURRO PICAÇO
Comprei um burro picaço
De três anos mais ou menos
Na hora de dar o recibo
O tropeiro foi dizendo:
Cuidado com esse macho
Esse bicho tem fama de ser perigoso
Por ter matado um peão
O nome do burro ficou Criminoso.
Joguei o lombilho no burro
O macho se estremeceu
Apertei a barrigueira
O meu burrão se encolheu
Sentei “em riba” do couro
O povo de perto de medo correu
Mas qual o que minha gente
Pagão que me agüente inda não nasceu.
Tosei a crina do burro
Na sistema meia-lua
Pra cortar uma légua e meia
Meu criminoso nem sua
Pra varar uma tranqueira
Passar uma porteira por riba ele avua
Faz eco por todo lado
Com passo picado nas pedras da rua.
Eu já vi burro ligeiro
Mas igual este inda não
Enjeitei cinco pacotes
Do filho do meu patrão
Gosto muito de dinheiro
Cinco mil cruzeiros não leva o machão.
E pra falar com franqueza
Não existe riqueza que compre o burrão.
Anacleto Rosas Junior Compos :BALDRANA MACIA com Palmeira e Luizinho
PALMEIRA E LUIZINHO na Moda Campeira BALDRANA MACIA – Composição de Anacleto Rosas. Gravação Continental – 78 rotações Nº 15.907 de 1.948. Palmeira e Luizinho foram os criadores da Moda Campeira, mas não foram eles que inventaram este gênero musical. O inventor da Moda Campeira foi Anacleto Rosas Jr. Entre as poucas duplas da época, Palmeira e Luizinho foi a que melhor de adaptou ao novo gênero. Por este motivo ficaram sendo os intérpretes favoritos de Anacleto Rosas Jr. Aliás, a primeira gravação de Palmeira e Luizinho, realizada em 1.946, já foi uma Moda Campeira de autoria do Anacleto – “Cavalo Preto”. Talvez tenha sido esta a primeira Moda Campeira feita por seu inventor. Vamos fazer justiça ao compositor Arlindo Pinto que não era muito de Moda Campeira. Arlindo Pinto era mais letrista. Foi o autor da letra de “Chalana” para a música da Mário Zan. Entre muitas outras. Arlindo Pinto foi um fiel parceiro de Anacleto Rosas. Inclusive nesta composição. “Baldrana Macia” é de Anacleto Rosas e Arlindo Pinto.
Cantem com Palmeira e Luizinho
BALDRANA MACIA
Comprei um caco chapeado
E uma baldrana macia
Um cochinilho dos branco
Pra minha besta ruzia
Um peitoral de argolinha
E uma estrela que brilha
Fui dar um passeio em Tupã
Só pra ver o que acontecia.
E quando entrei na cidade
Com a besta toda enfeitada
O povo todo da rua
Parava inté na calçada
E as muié que passava
Olhavam admiradas
No meio delas vi uma
Que me prendeu numa olhada.
Que morena tão bonita
Nunca vi mulher assim
Pra onde eu me virava
Via ela olhar pra mim
E eu vendo aquela flor
Parecida com jasmim
Eu pensei comigo mesmo
Vou levar pro meu jardim.
Eu andei mais um pouquinho
E da besta me apeei
E chegando perto dela
Lindas coisas eu falei
Ela então me arrespondeu
Se por causa que eu olhei
Vancê tá muito enganado
Foi da besta que eu gostei.
Vancê tá muito enganado
Foi da besta que eu gostei.
Cantem com Palmeira e Luizinho
BALDRANA MACIA
Comprei um caco chapeado
E uma baldrana macia
Um cochinilho dos branco
Pra minha besta ruzia
Um peitoral de argolinha
E uma estrela que brilha
Fui dar um passeio em Tupã
Só pra ver o que acontecia.
E quando entrei na cidade
Com a besta toda enfeitada
O povo todo da rua
Parava inté na calçada
E as muié que passava
Olhavam admiradas
No meio delas vi uma
Que me prendeu numa olhada.
Que morena tão bonita
Nunca vi mulher assim
Pra onde eu me virava
Via ela olhar pra mim
E eu vendo aquela flor
Parecida com jasmim
Eu pensei comigo mesmo
Vou levar pro meu jardim.
Eu andei mais um pouquinho
E da besta me apeei
E chegando perto dela
Lindas coisas eu falei
Ela então me arrespondeu
Se por causa que eu olhei
Vancê tá muito enganado
Foi da besta que eu gostei.
Vancê tá muito enganado
Foi da besta que eu gostei.
domingo, 22 de maio de 2016
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Composição de Anacleto Rosas Junior Inezita Barroso - Amor Impossivel
Inezita Barroso - Amor Impossivel (Cateretê do mestre caipira Anacleto Rosas Jr., lançado por Sulino e Marrueiro na Copacabana em abril de 1955)
domingo, 10 de abril de 2016
sexta-feira, 8 de abril de 2016
quinta-feira, 31 de março de 2016
Composiçaõ Anacleto Rosas JuniorCAVALO PRETO TONICO E TINOCO.wmv
Tenho meu cavalo preto
Com o nome de ventania
Um laço de doze braça
O couro de uma novilha
Tenho um cachorro bragato
Que é pra minha companhia
Sou um caboclo folgado
Ah, eu não tenho familía
Quando monto meu cavalo
Eu viajo o dia inteiro
Vou de um estado para outro
Eu não tenho paradeiro
Quem quiser ser meu patrão
Que ofereça mais dinheiro
Eu sou muito conhecido
Por esse brasil inteiro
Tenho uma capa gaucha
Que eu troquei por um boi
carreiro
Tenho dois pelegos grandes
Que é pura lã de carneiro
Um me serve de colchão
E o outro cubro o corpo inteiro
Adeus que eu já vou partindo
Vou pousar noutra cidade
Depois de manhã bem cedo
Quero estar em Piedade
Deus me deu este destino
E muita felicidade
Quando eu passo com o meu
preto
Deixo um rastro de saudade
Com o nome de ventania
Um laço de doze braça
O couro de uma novilha
Tenho um cachorro bragato
Que é pra minha companhia
Sou um caboclo folgado
Ah, eu não tenho familía
Quando monto meu cavalo
Eu viajo o dia inteiro
Vou de um estado para outro
Eu não tenho paradeiro
Quem quiser ser meu patrão
Que ofereça mais dinheiro
Eu sou muito conhecido
Por esse brasil inteiro
Tenho uma capa gaucha
Que eu troquei por um boi
carreiro
Tenho dois pelegos grandes
Que é pura lã de carneiro
Um me serve de colchão
E o outro cubro o corpo inteiro
Adeus que eu já vou partindo
Vou pousar noutra cidade
Depois de manhã bem cedo
Quero estar em Piedade
Deus me deu este destino
E muita felicidade
Quando eu passo com o meu
preto
Deixo um rastro de saudade
domingo, 20 de março de 2016
Anacleto Rosas Junior Dono da Moda de Viola - Cavalo Preto
+Anacleto Rosas Amém, música raiz na veia! E pra sempre! Add nosso whatsapp amigo, queria fazer uma parceria contigo 11-995767746
terça-feira, 15 de março de 2016
Moda de Viola - Cavalo Preto - Composição de Anacleto Rosas Junior
Isso é cultura
A moda de viola, é cultura de nosso país, porém que anda se perdendo com os tempos, aproveitem para que futuramente não faça falta, caso contrário será apenas uma lembrança.
--------------------
Viola fashion - Black Horse
This is culture
The fashion viola, is culture of our country, but walking up losing with the times, seize that future do not miss, otherwise it will be just a memory.
Luxuosidades
www.luxuosidades.com.br
A moda de viola, é cultura de nosso país, porém que anda se perdendo com os tempos, aproveitem para que futuramente não faça falta, caso contrário será apenas uma lembrança.
--------------------
Viola fashion - Black Horse
This is culture
The fashion viola, is culture of our country, but walking up losing with the times, seize that future do not miss, otherwise it will be just a memory.
Luxuosidades
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
domingo, 7 de fevereiro de 2016
ZÉ TARTUIANO com LUIZINHO, LIMEIRA E ZEZINHA (e Coqueiro)
ZÉ TARTUIANO com LUIZINHO, LIMEIRA E ZEZINHA e com a participação de Walter Raymundo, o Coqueiro, irmão de Luizinho e Limeira. Talvez seja esta gravação de “Zé Tartuiano” a única moda sertaneja, do cancioneiro caipira, cantada, na íntegra, em três vozes, e três vozes masculinas, pelos três irmãos; Luiz Raymundo (Luizinho), Ivo Raymundo, (Limeira) e Walter Raymundo. O Walter adotou este nome artístico de Coqueiro no início de sua carreira, isto nos meados dos anos 50, quando formou uma dupla muito simpática com a cantora Belinha – Coqueiro e Belinha. Mais tarde seu pseudônimo foi alterado para Zé Coqueiro, e formou uma nova dupla com a Filoca (A Jaci do duo Yaraí e Jaci). E a dupla Zé Coqueiro e Filoca participou de vários filmes, dois deles com o cantor Sérgio Reis; “O Menino da Porteira” e “Mágoa de Boiadeiro”.
“Zé Tartuiano” é Moda Campeira, de autoria de Anacleto Rosas Júnior, o inventor deste gênero musical – Moda Campeira – que teve em Palmeira e Luizinho, depois em Luizinho, Limeira e Zezinha, seus legítimos criadores que foram chamados “Os Criadores da Moda Campeira”. A primeira gravação de “Zé Tartuiano” foi feita por Palmeira e Luizinho, em 1.952, na RCA Victor. Esta gravação com Luizinho, Limeira e Zezinha com a participação de Walter Raymundo aconteceu onze anos depois, na Odeon, disco R-135 editado pelo Selo Orion em abril de 1.963.
“Zé Tartuiano” é Moda Campeira, de autoria de Anacleto Rosas Júnior, o inventor deste gênero musical – Moda Campeira – que teve em Palmeira e Luizinho, depois em Luizinho, Limeira e Zezinha, seus legítimos criadores que foram chamados “Os Criadores da Moda Campeira”. A primeira gravação de “Zé Tartuiano” foi feita por Palmeira e Luizinho, em 1.952, na RCA Victor. Esta gravação com Luizinho, Limeira e Zezinha com a participação de Walter Raymundo aconteceu onze anos depois, na Odeon, disco R-135 editado pelo Selo Orion em abril de 1.963.
MIL E QUINHENTAS CABEÇAS com NENETE, DORINHO E NARDELI
MIL E QUINHENTAS CABEÇAS – Moda Campeira com NENETE E DORINHO – É mais um ótimo trabalho do Compositor Anacleto Rosas Júnior, o inventor da Moda Campeira. Esta moda surgiu em 1.952 e foi gravada por aqueles que eram denominados “Os Criadores da Moda Campeira” – Luizinho, Limeira e Zezinha. Isto quando o Nenete fazia parte do trio e usava o nome de Limeira. Não foi um grande sucesso, mas teve uma boa repercussão. Dezessete anos depois, o Nenete, talvez sentindo saudade dos velhos tempos, decidiu resgatar a moda, incluindo-a no repertorio de Nenete e Dorinho. Foi uma boa ideia, pois “Mil e Quinhentas Cabeças” merecia mesmo este resgate. Também não foi um grande sucesso, mas valeu a pena a iniciativa. A gravação com Nenete e Dorinho foi feita na RCA Victor. Faz parte do long-play CALB-5226 “Novos Sucessos de Nenete e Dorinho” – lançado pelo Selo RCA Camden em 1.969.
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Composição de Anacleto Rosas Junior :Leôncio & Leonel - Sabugo de Milho
Sabugo de Milho

Gravado em disco Continental pela dupla PALMEIRA e LUIZINHO.
Regravada pela dupla LEONCIO E LEONEL ( WARNER MUSIC
Letra de Música de Anacleto Rosas Jr
( Toada )
( Toada )
| Declamado Eta viola danada, parece que qué falá, cante uma móda caboco, cante que eu quero iscuitá, me ajude meu companhero..., prá esse moço iscuitá, nóis vamo iscuitá uma história, de fazê pedra chorá,Cantado Eu inda tinha, vinte ano mais o meno quando fiquei conhecendo, uma cabocla triguera, perante Deus, nóis casemo na capéla, i essa flôr tão singéla, ficô minha cumpanhera, Declamado Mais esse versi cantado, cum tanta sinceridade, cum vancê deixa morá, a dona felicidade, Cantado Por muito tempo, tudo foi felicidade, até que um dia a maldade, o meu rancho percurô, minha caboca, isqueceu seu juramento, desviô seu pensamento, de outro caboco gostô. Declamado Eu já tô quase interado, do que com ocê se passô, vancê tava desconfiado, ou foi arguêm que contô, Cantado Não foi perciso, nem que eu desconfiasse, nem que ninguém me contasse, ela mesmo me falô, eu nessa hora, senti uma coisa estranha, uma loucura tamanha, que meu corpo inté gelô. Declamado Não me percisa contá, como é que ocê se vingô, rancô da cinta o punhá, no peito dela cravô; Cantado Não companheiro, eu nem relei na marvada, levei ela inté na estrada, e pedi prá não vortá, essa caboca, que era linda e era faceira, hoje é um pau de Aruareira, onde ninguém qué encostá, Declamado Caboco gostei de vancê, e da sua resolução, ela percisa sofrê, prá pagá a sua traição, DeclamadoEla coitada, vive por esse mundo, passando de mão em mão, é um sabugo de mio, virando por esse chão. |
Regravada pela dupla LEONCIO E LEONEL ( WARNER MUSIC
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
LONDRINA RAINHA com Luizinho, Limeira e Zezinha
LONDRINA RAINHA com LUIZINHO, LIMEIRA E ZEZINHA – Mais uma Moda Campeira feita pelo verdadeiro inventor da Moda Campeira – Anacleto Rosas Júnior, e interpretada par aqueles que eram conhecidos como “Os Criadores da Moda Campeira” – Luizinho, Limeira e Zezinha. É uma homenagem à bonita, rica e progressista cidade de Londrina, a Capital do Norte do Paraná. Gravação RCA Victor – 78 rotações, disco de Nº 80.1359, produzido em maio e lançado em outubro de 1.954. Disco que traz no verso, o Cururu “Encontro Divino” de Ado Benatti e Piraci, que também está sendo trazido ao Youtube, para os canais de Adalésio Vieira
TRÊS BOIADEIROS - Palmeira e Luizinho
TRÊS BOIADEIROS - Valseado de Anacleto Rosas Júnior com PALMEIRA E LUIZINHO. É valseado, não é moda campeira como vem indicando na etiqueta do 78 rotações 80-0779 da RCA Victor, gravação de 1.951. Não foi sucesso com essa gravação. E olha que Palmeira e Luizinho era uma dupla de muito sucesso, chegando a ser chamada de "Máquina de fazer sucesso". Dez anos mais tarde, por sugestão de Palmeira e Luizinho, já na Chantecler, sob a direção e orientação do próprio Palmeira, o valseado foi transformado em canção-rancheira e foi gravada por Pedro Bento e Zé da Estrada e se transformou num dos maiores sucessos de Anacleto Rosas Jr. e da Música Sertaneja.
Primas Miranda - Luar de Aquidauana
PRIMAS MIRANDA cantando LUAR DE AQUIDAUANA -- Guarânia de Anacleto Rosas Júnior e Zacarias Mourão. Gravação Chantecler, feita para o Selo Sertanejo -- CH-10344 -- de 1.963. Sérgia e sua prima Maria do Carmo fazem aqui uma regravação desta música, sete anos após a gravação original que fora feita em 1.956, na Continental, pelas Irmãs Castro. Houve, alguns anos depois, uma terceira gravação feita pelas Irmãs Galvão. Foi no Selo Cid ou Pé de Cedro, do Zacarias Mourão, para o LP "Deus Sabe o Que Faz". Um disco só com músicas do próprio Zacarias. Estas são apenas as gravações que eu conheço, mas deve haver outras mais, porque a música é boa, é bonita, e tem como tema uma grande, bonita e importante cidade que é Aquidauana, no Mato Grosso do Sul. Merece, portanto, muitas outras gravações.
LUAR DE AQUIDAUANA com as Primas Miranda
PRIMAS MIRANDA cantando LUAR DE AQUIDAUANA -- Guarânia de Anacleto Rosas Júnior e Zacarias Mourão. Gravação Chantecler, feita para o Selo Sertanejo -- CH-10344 -- de 1.963. Sérgia e sua prima Maria do Carmo fazem aqui uma regravação desta música, sete anos após a gravação original que fora feita em 1.956, na Continental, pelas Irmãs Castro. Houve, alguns anos depois, uma terceira gravação feita pelas Irmãs Galvão. Foi no Selo Cid ou Pé de Cedro, do Zacarias Mourão, para o LP "Deus Sabe o Que Faz". Um disco só com músicas do próprio Zacarias. Estas são apenas as gravações que eu conheço, mas deve haver outras mais, porque a música é boa, é bonita, e tem como tema uma grande, bonita e importante cidade que é Aquidauana, no Mato Grosso do Sul. Merece, portanto, muitas outras gravações.
Belmonte & Amaraí - A Fronha (1967)
A Fronha é de autoria de Belmonte e Anacleto Rosas Jr. A gravação de Belmonte e Dino Franco aconteceu no ano de 1965. Úm compacto simples com o título de "Belmonte, Pirassununga e Zé Maringá - Os cancioneiros do Sul". Pirassununga era o Dino Franco, que cantou também com o pseudônimo de Junqueira.
Obrigado em nome de meu avô Anacleto Rosas Junior.
Obrigado em nome de meu avô Anacleto Rosas Junior.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Composição de Anacleto Rosas Junior Victor e Leo Interpretes!
"Vevo you have a collection Pending" I never thought it would Fly "But my soul" are in tune with the universe "I do not need your money" But you; are Owing to Reward My grandfather composition "This is a Brasielira Posture" And there is Well "Being evil character who gave them much profit" I can even forgive "But one day you will have to give an account to God" Then do not compactuem with the Bad Payers "What cowardice not Pity with my passion Through Music" Music video by Victor & Leo performing Cavalo Preto (Video). (C) 2007 Sony Music Entertainment Brasil
domingo, 31 de janeiro de 2016
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
A MORTE DO CANOEIRO Tonico e Tinoco
A MORTE DO CANOEIRO com TONICO E TINOCO (Os Campeões da Popularidade) -- Gravação Continental feita em junho e lançada em dezembro de 1951. Este Cururu foi um dos maiores sucessos daquela época. Não sei por que acabou ficando esquecido. Será porque fala de morte, tragédia? Não creio. A composição é do avô do Rubens Rosas -- Anacleto Rosas Júnior. E o Anacleto teve um parceiro neste cururu. É o Patativa, um nome por mim desconhecido. Mas eu conheço outras músicas desta parceria -- Anacleto e Patativa: "Não Sinto Saudade", com Luizinho, Limeira e Zezinha e "Ponteiro" com o Trio Gaúcho. Conheço também a Moda de Viola "Goianinha" de Patativa e Ado Benatti com Souza e Monteiro.
Composição de Anacleto Rosas Junior : Lourenço e Lourival a cruz do caminho
Declamando:
Puxe a cadeira seu moço,
Sente aqui um bocadinho,
Vô contá o que significa
Aquela cruiz do caminho.
Seu moço essa cruiz tá fincada,
Naquele pedaço de chão
Há tempo foi enterrado,
O Zico da Conceição.
Seu moço todas as história
Cuntece por causa do amor,
Mas esta é bem diferente
Num tem muiê não sinhô.
O Zico da Conceição
Cantadô i bão violero,
E tinha a vóis mais bunita
Fazia a gente chorá.
Cantado:
Um dia o pobre coitado,
Sentiu-se muito doente
Daí então desandô
A imagrecê de repente,
Assim ficô muito fraco
Já nem podia cantá
Saiu um dia de casa,
Foi o doutô percurá.
I tudo aqui sentiu farta,
Daquela tão linda vóiz,
Daquela moda bunita,
Que ele cantava prá nóis.
E o doutô disse prele,
Seu Zico da Conceição
Tenha pacência rapais,
Vancê tá ruim dos purmão.
O rapais veio simbora,
Tristonho sem esperança,
Parô naquele lugá,
Chorano qui nem criança,
Assim o pobre coitado,
Não resistiu tanta dor,
Rancô da sua garrucha,
E mermo ali se matô.
Com ele foi interrado,
Sua viola de pinho,
Aqui termina a história,
Daquela cruiz do caminho.
Puxe a cadeira seu moço,
Sente aqui um bocadinho,
Vô contá o que significa
Aquela cruiz do caminho.
Seu moço essa cruiz tá fincada,
Naquele pedaço de chão
Há tempo foi enterrado,
O Zico da Conceição.
Seu moço todas as história
Cuntece por causa do amor,
Mas esta é bem diferente
Num tem muiê não sinhô.
O Zico da Conceição
Cantadô i bão violero,
E tinha a vóis mais bunita
Fazia a gente chorá.
Cantado:
Um dia o pobre coitado,
Sentiu-se muito doente
Daí então desandô
A imagrecê de repente,
Assim ficô muito fraco
Já nem podia cantá
Saiu um dia de casa,
Foi o doutô percurá.
I tudo aqui sentiu farta,
Daquela tão linda vóiz,
Daquela moda bunita,
Que ele cantava prá nóis.
E o doutô disse prele,
Seu Zico da Conceição
Tenha pacência rapais,
Vancê tá ruim dos purmão.
O rapais veio simbora,
Tristonho sem esperança,
Parô naquele lugá,
Chorano qui nem criança,
Assim o pobre coitado,
Não resistiu tanta dor,
Rancô da sua garrucha,
E mermo ali se matô.
Com ele foi interrado,
Sua viola de pinho,
Aqui termina a história,
Daquela cruiz do caminho.
Luizinho,Limeira e Zezinha-Querência Amada
Essa Composição é de Anacleto Rosas Junior!
Foi Entregue a Luizinho em 1952 está no Livro do Compositor com sua Autografia!
Eu sou filho do rio grande nunca deixei meu estado
Na minha querenca amada fui nascido e fui criado
Estes verdes do meu pago foi por deus abençoado
Rio grade chão querido onde vivo sossegado.
Tenho uma gaúcha linda e por ela sou amado
Tenho um pingo mete aberta pra correr pelos cerrados
Na estancia que eu trabalho do patrão sou ensinado
Sou gaúcho mais feliz deste rio grande adorado.
Ai, ai, ai, uma galopa campeira canto de peito largado
Assim levo a min há vida sempre na lida do gado
Num pealo de cucharro é que sou especializado
Não respeito o minuano sou rio-grandense arrojado
Nas festanças do galpão sou sempre convidado.
Minha gaita companheira tá comigo do meu lado
Puxo o fole a noite inteira e não me sinto cansado
Sapateia a gauchada no salão empoeirado
Dança velho e dança velha e os casais de namorados.
Ai, ai, ai, uma galopa campeira canto de peito largado
Foi Entregue a Luizinho em 1952 está no Livro do Compositor com sua Autografia!
Eu sou filho do rio grande nunca deixei meu estado
Na minha querenca amada fui nascido e fui criado
Estes verdes do meu pago foi por deus abençoado
Rio grade chão querido onde vivo sossegado.
Tenho uma gaúcha linda e por ela sou amado
Tenho um pingo mete aberta pra correr pelos cerrados
Na estancia que eu trabalho do patrão sou ensinado
Sou gaúcho mais feliz deste rio grande adorado.
Ai, ai, ai, uma galopa campeira canto de peito largado
Assim levo a min há vida sempre na lida do gado
Num pealo de cucharro é que sou especializado
Não respeito o minuano sou rio-grandense arrojado
Nas festanças do galpão sou sempre convidado.
Minha gaita companheira tá comigo do meu lado
Puxo o fole a noite inteira e não me sinto cansado
Sapateia a gauchada no salão empoeirado
Dança velho e dança velha e os casais de namorados.
Ai, ai, ai, uma galopa campeira canto de peito largado
domingo, 24 de janeiro de 2016
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Ano: 1951 Compositor: (Anacleto Rosas Jr) 78 Rpm - Palmeira e Luizinho - Boi penacho
Ano: 1951 Compositor: (Anacleto Rosas Jr) 78 Rpm
Palmeira e Luizinho - Boi penacho
Composição de Anacleto Rosas Junior!Por Dino Franco & Mouraí - Cavalo Preto
Artista: Dino Franco & Mouraí.
Álbum: Vol. II - 1994.
Música: Faixa 1 - Cavalo Preto.
Álbum: Vol. II - 1994.
Música: Faixa 1 - Cavalo Preto.
Dino Franco & Mouraí - Cavalo Preto
Ano: 1977 Composição: (Anacleto Rosas Jr.) Biá & Dino Franco - Zé Valente
Biá & Dino Franco - Zé Valente
Vicente & Vital - Os Três Boiadeiros
Ano: 1977 Composição: (Anacleto Rosas Júnior)
Vicente & Vital - Os Três Boiadeiros
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Sergio Reis-Cavalo Preto ( Valverde Produções)
Musica-Cavalo Preto
Composição-Anacleto Rosas Junior.
Maior parte das Imagens-Região de Iporá-Go.
Composição-Anacleto Rosas Junior.
Maior parte das Imagens-Região de Iporá-Go.
sábado, 16 de janeiro de 2016
Cavalo Preto - Evandro silva e Daniel
Composição de Anacleto Rosas Junior :Publicado em 6 de jun de 2014
Festa de santo Antônio em Ouro Branco- MGiã
Festa de santo Antônio em Ouro Branco- MGiã
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
De Anacleto Rosas Junior :Cézar e João Turcato - Burro Picaço
Obrigado em nome de meu avô!
BURRO PICAÇO – Moda Campeira com PALMEIRA E LUIZINHO – A composição é de Anacleto Rosa Jr. O verdadeiro criador da Moda Campeira. Estou postando, simultaneamente, “Burro Picaço” e “Baldrana Macia”. Estas duas modas estão reunidas num só disco de 78 rotações de Nº 15.907, gravado em março
BURRO PICAÇO – Moda Campeira com PALMEIRA E LUIZINHO – A composição é de Anacleto Rosa Jr. O verdadeiro criador da Moda Campeira. Estou postando, simultaneamente, “Burro Picaço” e “Baldrana Macia”. Estas duas modas estão reunidas num só disco de 78 rotações de Nº 15.907, gravado em março
Composição de Anacleto Rosas Junior : PEDRO BENTO E ZE DA ESTRADA OS TRES BOIADEIROS 6
PEDRO BENTO E ZÉ DA ESTRADA -- 06 -- OS TRES BOIADEIROS
FESTIVAL DE CATIRA II
CASA DO FOLCLORE. Em maio do corrente ano foi apresentado o II Festival de Catira, patrocinado pela PETROBRÁS e o apoio da Fundação Cultural de Uberaba.
Entre as atrações apresentadas, o conjunto musical da dupla de violeiros, Pedro Bento e Zé da Estrada, com 55 anos de carreira, matou saudades de quem estava com saudades de ouvir música raiz. A dupla cantou inúmeras músicas num show de grande visualidade que durou exatamente 43 minutos.
Este documentário pertence ao acervo da Casa do Folclore e foi postado em 03-09-2013.
FESTIVAL DE CATIRA II
CASA DO FOLCLORE. Em maio do corrente ano foi apresentado o II Festival de Catira, patrocinado pela PETROBRÁS e o apoio da Fundação Cultural de Uberaba.
Entre as atrações apresentadas, o conjunto musical da dupla de violeiros, Pedro Bento e Zé da Estrada, com 55 anos de carreira, matou saudades de quem estava com saudades de ouvir música raiz. A dupla cantou inúmeras músicas num show de grande visualidade que durou exatamente 43 minutos.
Este documentário pertence ao acervo da Casa do Folclore e foi postado em 03-09-2013.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Tonico e Tinoco - Cortando Estradão : Ano:1946 Compositor:Anacleto Rosas Júnior 78Rpm
Ano:1946 Compositor:Anacleto Rosas Júnior
78Rpm
78Rpm
domingo, 6 de dezembro de 2015
Anacleto Rosas Junior Dono dá Obra :Cavalo Preto - Sérgio Reis.wmv
Cavalo Preto
Tonico e Tinoco
Composição: Indisponível
Tenho meu cavalo preto
Com o nome de ventania
Um laço de doze braça
Do couro de uma novilha
Tenho um cachorro bragato
Que é pra minha companhia
Sou um caboclo folgado
Ah, eu não tenho familía
Quando monto meu cavalo
Eu viajo o dia inteiro
Vou de um estado para outro
Eu não tenho paradeiro
Quem quiser ser meu patrão
Que ofereça mais dinheiro
Eu sou muito conhecido
Por esse brasil inteiro
Tenho uma capa gaucha
Que eu troquei por um boi
carreiro
Tenho dois pelegos grandes
Que é pura lã de carneiro
Um me serve de colchão
E o outro de traveseiro
Com a minha capa gaúcha
eu me cubro o corpo inteiro
Adeus que eu já vou partindo
Vou pousar noutra cidade
Depois de manhã bem cedo
Quero estar em Piedade
Deus me deu este destino
E muita felicidade
Quando eu passo com o meu
preto
Deixo um rastro de saudade
Tonico e Tinoco
Composição: Indisponível
Tenho meu cavalo preto
Com o nome de ventania
Um laço de doze braça
Do couro de uma novilha
Tenho um cachorro bragato
Que é pra minha companhia
Sou um caboclo folgado
Ah, eu não tenho familía
Quando monto meu cavalo
Eu viajo o dia inteiro
Vou de um estado para outro
Eu não tenho paradeiro
Quem quiser ser meu patrão
Que ofereça mais dinheiro
Eu sou muito conhecido
Por esse brasil inteiro
Tenho uma capa gaucha
Que eu troquei por um boi
carreiro
Tenho dois pelegos grandes
Que é pura lã de carneiro
Um me serve de colchão
E o outro de traveseiro
Com a minha capa gaúcha
eu me cubro o corpo inteiro
Adeus que eu já vou partindo
Vou pousar noutra cidade
Depois de manhã bem cedo
Quero estar em Piedade
Deus me deu este destino
E muita felicidade
Quando eu passo com o meu
preto
Deixo um rastro de saudade
Composição de Anacleto Rosas Junior :beatriz soczek [ cavalo preto ]
beatriz soczek [ cavalo preto ] musica-anacleto rosas jr, ] prog. canto da gente ] A cantora, compositora e atriz Beatriz Soczek volta ao Canto da Gente para mostrar todo o seu talento em um verdadeiro show de simpatia e boa música.
Com pouco mais de 10 anos de carreira, representando a cidade de Quitandinha/PR, se faz acompanhar pelos amigos e músicos Walter Sornas (percussão) e Roberto Sornas (viola).
Presta ainda nessa edição do programa uma homenagem a inesquecível Inezita Barroso.
Com pouco mais de 10 anos de carreira, representando a cidade de Quitandinha/PR, se faz acompanhar pelos amigos e músicos Walter Sornas (percussão) e Roberto Sornas (viola).
Presta ainda nessa edição do programa uma homenagem a inesquecível Inezita Barroso.
sábado, 5 de dezembro de 2015
sábado, 21 de novembro de 2015
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
BALDRANA MACIA
Musica - Baldrana Macia
Interpretação - Brasão e Brasãosinho
Composição - Anacleto Rosas
Interpretação - Brasão e Brasãosinho
Composição - Anacleto Rosas
sábado, 7 de novembro de 2015
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Silvana - ESPINHOS DA SAUDADE - Valter Amaral e Anacleto Rosas Jr. - Cop...
Silvana - ESPINHOS DA SAUDADE - Valter Amaral e Anacleto Rosas Jr.
Disco Copacabana 6.392.
Ano de 1962.
Disco Copacabana 6.392.
Ano de 1962.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
domingo, 25 de outubro de 2015
Fábio Lopes interpreta Cavalo Preto
Cavalo Preto - composição de Anacleto Rosas Jr. e interpretada por Fábio Lopes na viola caipira.
A primeira versão dessa música foi gravada em 1946, pela dupla Palmeira e Luizinho. É um clássico da música caipira.
A primeira versão dessa música foi gravada em 1946, pela dupla Palmeira e Luizinho. É um clássico da música caipira.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Jaco E Jacozinho, Boi De Carro - Anacleto Rosa Jr e Tinoco
Cantores: Jaco E Jacozinho
Musica: Boi De Carro
Compositores: Anacleto Rosa Jr e Tinoco
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Musica: Boi De Carro
Compositores: Anacleto Rosa Jr e Tinoco
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Sergio Reis - Os Três Boiadeiros Composição de Anacleto Rosas Junior
Viajando, nas estradas
Zé Rolha na frente tocando berrante chamando a boiada
O Chiquinho, sempre do lado
Distraindo o gado tomando cuidado nas encruzilhada
E a gente vivia, tocando a boiada
Mas um dia, na invernada
Deu uma trovoada uma deslizada o gado estourou
Nesse dia, morreu Zé Rolha
Caiu do cavalo foi dentro do valo o gado pisou
Fiquei eu e o Chiquinho, tocando a boiada
Num Domingo, de rodeio
Chiquinho bebeu, não me obedeceu e tomou o picadeiro
Num relance, apeei da rês
A pata tremeu mas num pulo que deu matou meu companheiro
Eu fiquei sozinho, tocando a boiada
Viajando, nas estradas
Não toco berrante nem vejo lá adiante meus dois companheiro
Deste trio, ficou saudade
E em toda cidade o povo pergunta dos três boiadeiros
Eu fiquei sozinho, tocando a boiada
Eu fiquei sozinho, tocando a boiada
O Chiquinho, sempre do lado
Distraindo o gado tomando cuidado nas encruzilhada
E a gente vivia, tocando a boiada
Mas um dia, na invernada
Deu uma trovoada uma deslizada o gado estourou
Nesse dia, morreu Zé Rolha
Caiu do cavalo foi dentro do valo o gado pisou
Fiquei eu e o Chiquinho, tocando a boiada
Num Domingo, de rodeio
Chiquinho bebeu, não me obedeceu e tomou o picadeiro
Num relance, apeei da rês
A pata tremeu mas num pulo que deu matou meu companheiro
Eu fiquei sozinho, tocando a boiada
Viajando, nas estradas
Não toco berrante nem vejo lá adiante meus dois companheiro
Deste trio, ficou saudade
E em toda cidade o povo pergunta dos três boiadeiros
Eu fiquei sozinho, tocando a boiada
Eu fiquei sozinho, tocando a boiada
Música
- "Os Três Boiadeiros" por Sérgio Reis
- (Sucesso de Anacleto Rosas Junior)
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